quinta-feira, 10 de novembro de 2011

10 dicas para afastar a gordura trans de sua dieta

Nutricionistas listam medidas simples, como evitar frituras e escolher bem os congelados

Não precisa tirar a margarina do cardápio coma pouco

As gorduras trans (GT) - um tipo específico de gordura formado pelo processo de hidrogenação natural ou industrial - estão presentes em alimentos, como carne e leite, além de alguns produtos industrializados.

Não é possível excluí-las totalmente da alimentação - embora em alimentos industrializados elas possam ser substituídas - porém nem sempre com um resultado satisfatório em relação à textura e ao sabor.

O consumo excessivo contribui para o aumento do colesterol total e do LDL (o colesterol ruim) e ainda promove a redução dos níveis de HDL (o colesterol bom), trazendo riscos para o coração e a saúde de forma geral.

Devido aos prejuízos que pode causar, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a redução de trans nos alimentos. Pelas orientações, não se deve consumir mais do que 2 gramas por dia.

Elas foram substituídas por outros tipos de gorduras, mas nem sempre elas são mais saudáveis. A substituição pode ser feita, por exemplo, por uma gordura que tenha um nível alto de saturação e que pode ser tão prejudicial ao organismo quanto a GT, quando consumida em excesso", alerta Maria Fernanda Elias, nutricionista, mestre em Saúde Pública e doutoranda em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo (USP).

Alimentos com menos de 0,2 gramas de GT por porção podem ser rotulados como "livre de gordura trans". "Eles ainda contém traços de GT, mas é uma quantidade que a Anvisa classifica como ‘não significativa'", diz Maria Fernanda.

Para tornar mais fácil manter uma dieta saudável para o coração em casa, há anos, a Food and Drug Administration nos EUA exige que alimentos e bebidas listem as gorduras trans no rótulo de informação nutricional.

"É importante ler as informações nutricionais, bem como a lista de ingredientes. Fique atento a nomes como gordura hidrogenada, gordura parcialmente hidrogenada, gordura saturada e banha, consumindo com moderação estes tipos de alimentos", diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, diretora do Grupo Equilibrium, de São Paulo.

Aqui estão 10 sugestões para afastar os riscos da gordura trans de sua dieta.

1.           Evite alimentos fritos. Frango, pastéis, salgadinhos e outras frituras carregam gordura trans e colesterol. Em vez de fritar, uma opção é usar a frigideira para "saltear" o alimento - método que pode ser considerado uma fritura com pouca gordura. Não se esqueça de usar óleos líquidos, como azeite ou óleo de canola e em quantidade adequada para manter as calorias sob controle

2. Modere no fast food. As redes fast food têm fama de cardápios ricos em colesterol, mas muitas cadeias de restaurantes já oferecem opções saudáveis para o coração. Dica: procure alimentos frescos e evite frituras e molhos com muito queijo e condimentos. Opte por saladas, peixe ou frango grelhado, batata cozida. Além disso, pule as sobremesas fritas, biscoitos e tortas recheadas. "Evite os molhos muito calóricos, mas não precisa ter fobia de molhos. Um a base de azeite ou do tipo rose dão gosto às saladas, sem comprometer a saúde", diz Cynthia.

3. Reduza o consumo de preparos de sobremesa. Misturas para bolos e doces podem ser convenientes, mas muitas têm quantidades de gorduras trans. Experimente fazer um bolo da forma tradicional, incorporando gorduras saudáveis e polvilhe açúcar de confeiteiro por cima em vez de glacê. "Use leite desnatado, óleos vegetais ao invés de manteiga. Outra dica é o iogurte natural desnatado ao invés de chantilly. Nas tortas doces, troque a ‘massa podre' (que requer grandes quantidades de gordura) por massa feita com biscoitos ou cereais integrais", sugere a nutricionista Maria Fernanda.

4. Atenção ao consumo de macarrão instantâneo e sopa em copo. São coringas em uma dieta de quem não tem muito tempo. Mas a grande quantidade de gorduras trans deve fazer você diminuí-los de seu dia a dia. A alternativa pode ser essa: faça uma panela grande de sopa no fim de semana, divida-a em porções individuais, congele e tenha várias refeições deliciosas e nutritivas.

5. Escolha cuidadosamente os congelados. Você não tem que evitar o corredor de comida congelada do supermercado. Só precisa fazer escolhas nutritivas. Por isso, leia os rótulos e escolha os alimentos mais próximos à sua forma natural e evite os que tenham gordura saturada, trans e colesterol. Faça um estoque de vegetais e frutas congeladas sem molhos para adicionar a cozidos, sopas, ensopados e smoothies. E procure fontes de proteína magra: escolha peixes que não sejam à milanesa. Saiba mais: 20 maneiras de comer mais frutas e vegetais.

6. Evite os doces recheados. Quando se trata de recheios pastosos - com ingredientes de origem animal (como leite, ovos) -, a melhor maneira de reduzir as gorduras é evitar esses alimentos. Boas opções são doces com grãos integrais, muffins de farelo de trigo ou frutas e iogurtes.

7. Reduza a quantidade de margarina. Durante anos, as pessoas acreditaram que a margarina era melhor do que a manteiga, que é rica em colesterol. Descobriram, então, gordura trans nas margarinas. Mas hoje o problema foi corrigido e você pode mantê-la em sua dieta - ou usar um creme vegetal. Fique atento apenas a quantidade a ser consumida. "Ainda existe muita controvérsia a respeito dessas substituições. A margarina não contém colesterol, mas contém gorduras saturadas que também promovem o aumento do colesterol. Ou seja, o melhor é optar por aquele alimento que mais agrada em termos sensoriais e usá-lo em pouca quantidade para passar no pão (o mínimo possível). Costumamos recomendar ‘uma ponta de faca", diz Maria Fernanda.

8. Não abuse de alimentos pré-prontos. Eles parecem tão fáceis de preparar... Mas aqueles pacotes de pães de queijo, pizza, massa, biscoitinhos, tortinhas congeladas podem estar carregados de gorduras trans. Vá para as prateleiras de alimentos de grãos integrais. Ou, como no caso dos bolos, faça seu próprio alimento. "Quando preparamos os alimentos em casa, sempre é possível usar menor quantidade de gordura, optar pelos óleos vegetais e preferir ingredientes mais saudáveis, como farinhas integrais, leite desnatado, queijo branco, frutas e pouco açúcar", reforça Maria Fernanda.

9. Atenção à pipoca de microondas. Pipoca pode fazer parte de uma dieta saudável para o coração, mas não quando é carregada de sal, colesterol alto, manteiga. "O excesso de sal na alimentação está diretamente associado a risco de hipertensão", lembra Maria Fernanda. Prefira a pipoca "neutra" e adicione você mesmo o sal (pouco) ou outros temperos. Para pipoca doce, acrescente uma pequena quantidade de mel e canela.

10. Prefira café sem chantilly. É gostoso um creminho por sobre o café. Mas as gorduras estão ali boiando e podem contribuir para níveis elevados de colesterol. Se quiser dar uma suavizada no café, tente um pouquinho de leite desnatado ou apenas aquela espuminha de leite.

Fonte: http://www.midianews.com.br 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Por que a meditação tem tantos efeitos positivos?

por Anna Mikulak

Cientistas varreram a literatura científica para elaborar um quadro geral
capaz de explicar os muitos benefícios da meditação. [Imagem: MIT]

Atenção no agora

Em tempos de estresse, muitas vezes somos incentivados a fazer uma pausa por um momento e simplesmente ficar no "agora".

Este tipo de consciência, ou "mente alerta", uma parte essencial das tradições budista e da ioga indiana, transformou-se em um comportamento predominante conforme as pessoas tentam encontrar formas de combater o estresse e melhorar sua qualidade de vida.

E as pesquisas sugerem que a meditação da mente alerta pode ter benefícios para a saúde e o desempenho individual, incluindo melhorias na função imunológica, redução da pressão sanguínea e melhorias nas funções cognitivas. A meditação da mente alerta é a prática de induzir uma consciência aberta e receptiva do momento presente, evitando pensar no passado ou se preocupar com o futuro. Acredita-se que ela reduza o estresse e melhore a saúde em pacientes sofrendo de diversas doenças.

Mas como é que uma única prática pode ter efeitos tão amplos sobre o bem-estar?

Prática multifacetada

Um novo artigo, publicado na última edição da revista Perspectivas sobre as Ciências Psicológicas, varreu a literatura científica para elaborar uma estrutura capaz de explicar estes efeitos positivos da meditação.

O objetivo deste trabalho foi "proporcionar 'um quadro geral', organizando muitas descobertas, como as peças de um mosaico," afirma Britta Hölzel, da Universidade Harvard, uma das autoras do estudo.

A conclusão dos pesquisadores é que aquilo que chamamos de meditação da mente alerta não é uma habilidade única.

Pelo contrário, é uma prática mental multifacetada que engloba vários mecanismos.

Efeitos positivos da meditação

Os autores identificaram especificamente quatro componentes-chave de atenção que podem ser responsáveis pelos efeitos da meditação:
  1. a regulação da atenção
  2. a consciência corporal
  3. a regulação da emoção
  4. e o sentido do self
Juntos, esses componentes nos ajudam a lidar com os efeitos mentais e fisiológicas do estresse por métodos que não envolvem julgamentos.

Embora estes componentes sejam teoricamente distintos, eles estão intimamente entrelaçados.

A melhoria na regulação da atenção, por exemplo, pode facilitar diretamente a consciência do nosso estado fisiológico.

A consciência corporal, por sua vez, nos ajuda a reconhecer as emoções que estamos experimentando.

Compreender as relações entre esses componentes e os mecanismos cerebrais subjacentes a eles vai permitir aos médicos adequar melhor as intervenções da meditação da mente alerta para seus pacientes, diz Hölzel.

Treinamento e prática

No nível mais fundamental, o trabalho reforça a visão de que a meditação da atenção plena não é uma panaceia, capaz de curar qualquer coisa.

Uma meditação da mente alerta eficaz requer treinamento e prática, e tem diferentes efeitos mensuráveis sobre nossas experiências subjetivas, nosso comportamento e nossas funções cerebrais.

Os autores esperam que a pesquisa "permita que um conjunto muito mais amplo de indivíduos utilize a meditação da atenção plena como uma ferramenta versátil para facilitar mudanças - tanto na psicoterapia quanto na vida cotidiana."


Fonte: http://www.diariodasaude.com.br. Publicado em 09/11/2011.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pedala Brasil

Saiba o que tem sido feito para dar mais conforto e segurança àqueles que decidem cruzar as cidades de bicicleta
Por Priscila Santos


Se você é daqueles que quando ouvem falar em bicicleta como meio de transporte já tascam logo um 'no Brasil é impossível', aí vai uma informação que pode fazê-lo rever sua opinião: a bicicleta é o veículo individual mais usado no país. A conta é fácil: a magrela é o meio de transporte próprio mais popular nos pequenos centros urbanos (municípios com menos de 50 mil habitantes), que representam mais de 90% das cidades brasileiras. E, pasme, o maior uso da bike é para ir ao trabalho e, depois, à escola. Quer desfazer mais um mito? A bicicleta pode ser mais rápida que o carro. Num engarrafamento na capital paulista, por exemplo, os automóveis andam de 5 a 8 quilômetros por hora, enquanto a bike chega a 15. Não seria esse um bom motivo para você aposentar o carro? Então descubra o que tem sido feito para que cada vez mais brasileiros saiam de casa pedalando.
 
Em 1973, quando o mundo se assombrou diante da primeira grande crise do petróleo, jornais da Holanda e Dinamarca publicaram fotos de seus respectivos reis andando de bicicleta, sob as manchetes: Temos uma boa alternativa de transporte. O Brasil demorou um pouquinho mais a se manifestar. E, diferentemente da Europa, onde os governos criaram espontaneamente espaços para ciclistas, tivemos que seguir um caminho mais parecido com o de São Francisco, nos Estados Unidos, onde foi preciso botar a boca no trombone para as coisas começarem a acontecer. Por aqui, tem-se aliado o cicloativismo ações de pessoas comuns em prol do uso da bicicleta ao diálogo com as autoridades. O importante, dizem os ativistas, é que essas duas partes são parceiras.

Mãos à obra
Em 2004, o Ministério das Cidades lançou o Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta, uma bússola para municípios que pretendem ampliar o uso desse meio de transporte. Saímos de 99 para 276 municípios com algum tipo de via para bicicleta e saltamos de pouco mais de 600 para 2505 quilômetros de ciclovias, de 2003 para cá, diz o diretor de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Renato Boareto. Comparado à Europa, é pouco, claro. A Holanda tem um quinto do território de Santa Catarina e 14 vezes mais infra-estrutura nesse campo que o Brasil. Mas o mais importante é o número de cidades no Brasil que têm projetos, diz Renato.
 
Recentemente, o governo do Rio de Janeiro lançou o programa Rio O Estado da Bicicleta. Começamos com um levantamento nos 92 municípios e estamos desenvolvendo projetos nos sete primeiros. Em Tanguá, onde a bicicleta responde por 40% dos deslocamentos diários, planejamos quase 20 quilômetros de malha cicloviária, diz o coordenador do programa, Leonardo Carvalho.
 
Enquanto isso, a prefeitura do Rio de Janeiro trabalha para colocar na rua as bicicletas de aluguel em que o usuário retira a bike em uma estação e deixa em outra, com a primeira meia hora de uso gratuita , nos moldes de Paris e Barcelona. Nesta primeira fase, serão 50 estações em oito bairros, com dez a 20 bicicletas em cada. Imagino que até o fim do ano já tenhamos 20 estações funcionando, diz Sérgio Bello Franco, diretor de projetos especiais do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos. As bikes públicas do Rio só não serão as primeiras do país se São Paulo sair na frente. Estamos formatando um projeto piloto com 25 estações de bicicletas de aluguel entre o centro e a avenida Paulista, preferencialmente junto às estações de metrô, diz André Goldman, assessor técnico da Secretaria do Verde e Meio Ambiente.
 
Apesar de contar com apenas 12 quilômetros de ciclovias, São Paulo está tentando melhorar isso. Em 2007, lançou uma lei que declara a criação do sistema cicloviário do município e prevê, por exemplo, a construção de ciclovias, ciclofaixas (faixas exclusivas para bicicletas na mesma pista dos automóveis) e estacionamentos para magrelas (aliás, esse é um dos focos de diversos projetos no Brasil). Estão para ser entregues aos paulistanos os 12,5 quilômetros da ciclovia Radial Leste, que liga as estações de metrô Tatuapé e Corinthians-Itaquera, na zona leste. Com o projeto cicloviário do bairro do Butantã, na zona oeste, serão mais 105 quilômetros a ser percorridos por bike.
 
No Nordeste, Aracaju tem chamado atenção por suas ações de incentivo ao uso da magrela. Nos últimos cinco anos, as ciclovias passaram de 13 para 45 quilômetros, diz Fabrício Lacerda Alves, ciclista e consultor de mobilidade por bicicleta da Secretaria Municipal de Transporte da cidade. Nos horários de pico, tem até engarrafamento em ciclovia. Nos últimos cálculos, registramos 163 ciclistas por minuto na ciclovia mais movimentada da cidade, afirma Fabrício.
 
O movimento também pode ficar animado no Distrito Federal. A perspectiva é que sejam construídos 420 quilômetros de ciclovias em dois anos, que se somarão aos 40 já existentes. Acredito que o governo consiga construir 150 quilômetros nesse prazo, o que já seria suficiente para colocar o Distrito Federal no topo dos locais de maior infra-estrutura para bicicleta no Brasil, diz Antônio Miranda, consultor de projetos cicloviários.

Leia mais na edição especial Vá de Bicicleta: Lá, você confere a reportagem Pedala Brasil na íntegra, com uma discussão sobre a eficiência das ciclovias, a necessidade de um plano de educação para o trânsito, a técnica de traffic calming e muito mais.
 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

7 Alimentos que saciam a vontade de doce sem estragar a dieta


Toda mulher já passou por isso: quando a ansiedade bate, tudo o que é doce parece extremamente delicioso. Para não cair em tentação, conheça algumas opções que saciam essa vontade sem comprometer a dieta.

1. Frutas

Uma maneira deliciosa e diferente de comer frutas é deixá-las no congelador por algum tempo até que fiquem bem firmes. Tente com uvas, por exemplo. Á medida que vão descongelando, elas simplesmente derretem na boca.

2. Sorvete

No verão, algo gelado pode ser uma ótima opção. Já estão disponíveis no mercado algumas opções de sorvetes e picolés industrializados livres de gorduras, sem açúcar e com baixo teor calórico. Leia a tabela nutricional e faça a melhor escolha.

3. Pudim

Pudins sem açúcar e sem gordura são práticos, fáceis de fazer e vêm em uma grande variedade de sabores. Desde os tradicionais, como chocolate e baunilha, até os mais diferentes, como morango, maracujá e caramelo. Um pacote de pudim light instantâneo rende quatro porções, e se for feito com leite desnatado, contém de 70 a 80 calorias cada, dependendo do sabor. Além disso, são uma grande fonte de cálcio!

4. Iogurte

Com tantas opções e sabores disponíveis na versão light fica até difícil resistir. Além do natural e do tradicional com sabor de morango, você encontra facilmente iogurtes de ameixa, banana, mamão, entre outros. Os iogurtes light não têm gordura e possuem menos calorias que os iogurtes regulares. Uma unidade tem cerca de 100 calorias e é uma ótima fonte de proteínas, cálcio e culturais ativas, que ajudam a regularizar o funcionamento do intestino.

5. Pipoca Doce

Se a sua vontade estiver mais para algo quente e crocante, a pipoca doce é uma boa escolha. A maioria das pessoas não percebe que a pipoca é grão integral, e é rica em fibras, também! Um saquinho pequeno de pipoca doce industrializada contém apenas 100 calorias.

6. Chá

Livres de calorias e repletos de benefícios naturais, os chás podem ficar muito mais docinhos e deixá-la livre de culpa se você utilizar adoçantes. Com sabores que variam de camomila, que tem efeito calmante, passando pelo sabor exótico do morango, ao tradicional mate, que dá disposição, com certeza você encontrará um que lhe agrade e amenize a vontade de comer um doce.

7. Chocolate quente

Outra opção deliciosa de bebida é o chocolate quente. Só porque a palavra "chocolate" está no nome não significa que tem que ser hipercalórico. Uma porção da bebida sem adição de açúcar possui apenas 55 calorias! Se quiser algo ainda mais saboroso, com adição de pouquíssimas calorias, acrescente algumas gotas de essência de hortelã ou uma colher de chá de canela.

Esperamos que consiga incluir essas dicas em seus hábitos alimentares, mantendo a forma e saúde em dia!

Fonte: My Curves – Health Focus


domingo, 30 de outubro de 2011

A importância da ginástica laboral


Você sabe o que é ginástica laboral? É um conjunto de práticas de exercícios físicos que são realizados no local de trabalho, que tem como finalidade ajudar os empregados a exercer da melhor maneira possível suas atividades de trabalho.

Geralmente é aplicado por um profissional de educação física, que costuma reunir os grupos (isso vai depender da quantidade de funcionários da empresa, setor, etc) e baseia-se praticamente em alongamento, desde os membros (braços e pernas), tronco e cabeça.

Agora a pergunta: mas qual o benefício disso tudo? São muitos, tantos os benefícios fisiológicos quanto os psicológicos.

No aspecto corporal, a ginástica no trabalho melhora a circulação sanguínea, melhora a oxigenação dos músculos e dos tendões, melhora a postura, as inflamações, diminui o risco de acidentes de trabalho, reduz a sensação de fadiga e melhora a condição de saúde em um aspecto geral.

No setor social favorece a mudança de rotina, reforça a auto-estima, favorece o contato social, melhora o relacionamento, desenvolve o conhecimento corporal e melhora a capacidade de concentração no trabalho.

É bom negócio para empresa e para o funcionário. Que tal tomar a iniciativa?

sábado, 29 de outubro de 2011

Interações positivas

Pesquisas mostram que usar a internet no expediente de trabalho torna o funcionário mais proativo


Desde que passaram a fazer parte da rotina das pessoas, as redes sociais têm sido o pivô de uma queda de braço entre empregados e empregadores. Há quem defenda que as páginas ajudam a manter os funcionários sempre informados. Do outro lado, estão os que acreditam que o livre acesso aos sites não se justifica, uma vez que, na maioria das vezes, o conteúdo delas não se relaciona com o tema do trabalho e pode tirar o foco do que realmente importa. Contudo, duas pesquisas feita pela Universidade Nacional de Cingapura — e apresentadas em forma de relatório em agosto deste ano na conferência anual da Academy of Management — podem colocar um fim à discussão. Segundo os estudiosos, o time dos conectados poderá tornar-se ainda mais produtivo que o dos colegas avessos às interações virtuais.

De acordo com o trabalho, feito pelos pesquisadores Don Chem e Vivien Lim, usar a internet entre uma tarefa e outra funciona como um descanso mental para o funcionário. Além de relaxar um pouco, as visitinhas aos sites também podem contribuir para — pasmem — aumentar o foco e a concentração dos empregados. Para os chefes que ainda não consideram as redes sociais uma boa ideia, uma má notícia: segundo os estudiosos, o monitoramento excessivo só faz com que as pessoas usem mais as redes sociais. Isso acontece porque os funcionários passam a ver tais políticas como uma forma de desconfiança da empresa para com eles. No relatório, Chem e Lim destacam que, em vez de se tentar bloquear o acesso, “deveria ser permitida uma quantidade limitada do uso da internet, uma vez que tem impacto salutar sobre a produtividade dos funcionários”.

Porém, o simples ato de manter-se conectado o tempo inteiro não é sinônimo de produtividade. Utilizado em praticamente todos os escritórios, empresas, repartições e mais uma infinidade de locais de trabalho, o e-mail pode atrapalhar mais do que se imagina. Segundo a pesquisa, e-mails pessoais “colocam os funcionários em um duplo vínculo”, uma vez que a necessidade de responder à mensagem impede que os funcionários mantenham um “engajamento psicológico, afetando sua capacidade de concentração”. Além disso, quando responderem aos e-mails, as pessoas experimentam o “esgotamento de recursos, efeitos negativos e interrupção do fluxo de trabalho”.

Com limites
A conclusão é que o melhor caminho a ser seguido é o do equilíbrio: desde que não passem grande parte do dia em páginas que não se relacionam com as atividades no trabalho, os funcionários podem se beneficiar das redes sociais. Consultora de relações públicas da Catho Online, Daniella Correa diz que o ideal é que cada um saiba seus próprios limites para não correr o risco de extrapolar. “É importante que o profissional se organize diariamente. No caso dos e-mails, procure abri-los duas ou três vezes ao dia, dependendo da necessidade da empresa/atividade”, ensina. Se a sua empresa permite o acesso a programas de bate-papo, o uso deve ser ainda mais cauteloso. Segundo ela, o ideal é utilizá-los “apenas quando for essencial e avisar quando iniciar uma atividade que exija maior concentração, para reduzir interrupções”.

A atividade desempenhada na empresa também influencia na necessidade ou não das redes sociais. Profissionais de áreas como comunicação e marketing fazem uso delas como ferramentas de trabalho. “Elas ajudam a entender o comportamento do consumidor, a trabalhar a imagem da organização e, até mesmo, a divulgar promoções e eventos”, completa Correa. Contudo, se a empresa em que você trabalha baseia-se em uma política conservadora em relação à internet, convém se adaptar para não criar atritos. “Caso entenda que o acesso às redes será positivo mesmo sem ter relação com suas atividades, vale negociar, mas sempre com bom senso e foco em resultados”, pondera.

Coordenadora de redes sociais em uma agência publicitária, Carolina Fonteles conta que, em seu ambiente de trabalho, a internet é uma fonte de informações indispensável. “Somos uma empresa de marketing on-line, então, nosso trabalho é nas redes sociais”, explica. Responsáveis por zelar pela imagem dos clientes na rede, Fonteles defende que o uso dos sites funciona como uma fonte de pesquisa que indica dados importantes para os funcionários, como a quantidade de pessoas inscritas nos sites institucionais que montam e o tipo de relacionamento que as pessoas mantêm com as empresas. Além disso, ela acredita que as redes sociais facilitam a afinidade entre os colegas e clientes. “É uma forma mais rápida de trabalhar e estar dentro de tudo que está acontecendo”, completa.

Receio e críticas
Ainda que possam ser usadas como uma maneira de manter os empregados sempre atualizados, Carolina admite que nem todos sabem usar o recurso de maneira sábia — motivo que explicaria o porquê da existência de tantas empresas ainda relutantes sobre o assunto. “Há a crença de que as redes sociais são um fator de diversão e brincadeira, o que pode deixar os funcionários dispersos durante o trabalho”, argumenta. Para ela, mesmo o e-mail, criticado na pesquisa, tem um papel importantíssimo na rotina dos profissionais. “O e-mail otimiza o trabalho. Não é uma perda de tempo, é uma maneira de documentar tudo o que acontece”, defende.

Funcionário do departamento de vendas on-line de uma concessionária de veículos, Ragnar Paz, 33 anos, é um dos poucos da empresa com acesso às redes sociais. Mesmo em contato direto com os sites (uma vez que é responsável por acompanhar e administrar as promoções da empresa na internet), Ragnar se esforça para acessar as páginas pessoais apenas quando há uma brecha na agenda. “Você não pode parar de fazer a sua atividade para ver a última novidade do Trending Topics (lista com os assuntos mais comentados do Twitter)”, afirma. “Em horário de almoço, ou se você não tiver nenhuma obrigação acho que não custa nada dar uma olhadinha. Agora, acredito que muita gente não tem essa maturidade e acaba se tornando improdutiva.”

Contudo, para o consultor on-line, essa imaturidade é independente do acesso ao não às redes sociais. “Tenho colegas que se pudessem ficariam lendo as sinopses de todas as novelas enquanto não têm nada para fazer. Imagina tendo acesso aos últimos tweets do cantor predileto ou às fotos daquele show que aconteceu ontem?”, questiona. Para Viviane Moraes, 25 anos, funcionária da área de atendimento em uma empresa de comunicação, o uso de sites “para matar o tempo” durante o expediente se dá pela falta de acesso em casa. “Muitas vezes, quem não tem uma internet boa em casa, faz tudo no trabalho, por isso, acaba se perdendo e não consegue se focar”, arrisca. Mesmo com livre acesso a qualquer página da internet, na hora da necessidade, Viviane confessa: nem e-mail nem Twitter ou Facebook. O que resolve mesmo o problema é o bom e velho telefone. “Só com ele dá para ter certeza de que você conseguiu entrar em contato com a pessoa que você precisa”, conclui.

Por Gláucia Chaves, para http://www.correioweb.com.br/.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Proporcionar qualidade de vida à equipe é essencial, mostra pesquisa



As empresas brasileiras já veem o bem-estar e a qualidade de vida de seus funcionários como essenciais para a estratégia da companhia. Essa é a opinião de 70% dos 500 gestores de programas da área que participaram do XI Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida, que ocorreu no início do mês, em São Paulo.

A maioria dos profissionais participantes da pesquisa (68%) acha que os principais problemas de saúde que afetam os trabalhadores brasileiros são o estresse e outras questões emocionais ligadas ao trabalho. Para os gestores, os investimentos em programas de melhoria de qualidade de vida são fundamentais para reduzir gastos com assistência médica, manter a produtividade e reter talentos.

Enquanto 63% dos entrevistados acreditam que o apoio dos líderes a esses tipos de programas é essencial, cerca de 30% acham que a relação do comando da empresa com essas atividades precisa ser melhorada. A comunicação também foi escolhida por 43% dos gestores como um ponto fraco desses programas nas companhias brasileiras.

(Letícia Arcoverde |26/10/2011 | Valor)

OUTROS VÍDEOS SUGERIDOS PELA QUALITAS VITAE

Comemorando 35 anos de Globo Repórter, a maioria dos brasileiros escolheu como tema a reportagem: Saúde e Qualidade de Vida. Matéria sobre obesidade - Globo Repórter. Quanto mais equilibrada for a vida de um profissional, melhor será a sua performance profissional. Além disso, a sua identidade não estará baseada apenas em seu trabalho, mas também em outros aspectos vitais para a sua realização.

Dicas para reduzir calorias

Legumes e grelhados podem ser consumidos sem pão ou torradinhas. Escolha a massa com molho de tomate e uma proteína. No japonês, fique longe de opções fritas ou empanadas. Já na churrascaria, o ideal é começar pelas saladas.

Saiba quanto você precisa correr por semana para perder calorias.

A corrida é uma boa opção para quem quer emagrecer rápido. Um pessoa que pesa entre 60 e 70 quilos pode perder entre 500 e 600 calorias se correr durante uma hora. É importante passar por uma consulta médica antes do exercício.

Exercício em casa ou no parque aumenta tempo e qualidade de vida.

O exercício físico regular pode aumentar o tempo e a qualidade de vida de uma pessoa. O preparador físico José Rubens D'Elia mostra que é possível praticar exercícios em parques, na vizinhança ou em casa, com uma academia particular.

Médico dá mais algumas dicas saudáveis e baratas.

Dicas para levarmos uma vida mais saudável sem gastar muito para isso. Depois do programa, ele respondeu perguntas enviadas pela internet e deu outras sugestões.

Confira uma série de exercícios para melhorar o equilíbrio

O preparador físico José Rubens D'Elia mostra exercícios que podem ser feitos em casa e ajudam a melhorar o equilíbrio corporal.

Aprenda a comer bem e se manter saudável.

Um dos sinônimos de felicidade para todos é a saúde. Uma das formas de manter o metabolismo equilibrado e ainda garantir qualidade de vida é acertar na alimentação.

Dicas para melhorar a alimentação de crianças e adolescentes

As refeições devem ser adequadas às atividades ao longo do dia, evitando guloseimas e refrigerantes. A má alimentação pode causar cansaço, sonolência, apatia e irritação.

Pele deve receber cuidados especiais de acordo com a idade.

Na adolescência, o principal problema são as espinhas. Dos 20 aos 40 anos, a pele começa a perder a capacidade de regeneração e podem surgir manchas. Entre os 40 e os 60 anos, ocorre uma perda da elasticidade da pele e o contorno da face muda.

Transport é um dos aparelhos de maior sucesso nas academias.

Uma pessoa de aproximadamente 70 quilos pode queimar 300 calorias em 40 minutos em um ritmo mais leve. O exercício não provoca impacto nos joelhos.