terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A obesidade começa na cabeça

Para o médico argentino Máximo Ravenna, o excesso de peso é fruto de uma compulsão gerada por certos alimentos e estimulada pelo ambiente onde vivemos

por Diogo Sponchiato

Há 23 anos, o clínico-geral e psicoterapeuta Máximo Ravenna começou a formular um método de emagrecimento capaz de superar os resultados insatisfatórios que, até então, observava em boa parte dos pacientes acima do peso. Ao reunir sua própria experiência a evidências científicas, ele criou um sistema que combina trabalho psicológico, eleição de alguns grupos alimentares e atividade física com o objetivo de mudar o comportamento do obeso e ajudá-lo a se livrar de vez (e, diga-se, depressa) de 20, 30... 60 quilos. O método, batizado com o seu sobrenome, já foi adotado por cerca de 50 mil indivíduos mundo afora — quase 5 mil no Brasil, onde o especialista mantém duas clínicas, uma em São Paulo e outra em Salvador. Aproveitamos o lançamento de seu primeiro livro no país, A Teia de Aranha Alimentar (Editora Guarda-Chuva), para conversar com o médico sobre o avanço da obesidade, o vício por comida e as medidas para contê-lo.

SAÚDE - O senhor usa a metáfora da teia de aranha para explicar como alguns alimentos nos tornam presas deles e nos fazem engordar. Essa teia sempre existiu?

MÁXIMO RAVENNA - Não, ela é um fenômeno que começou a aparecer nos últimos 40 anos, com o modelo americano de globalização alimentar, marcado por uma sobreoferta de comida e o acesso fácil a ela. Os Estados Unidos foram o primeiro país obeso da história — isso já na década de 1960. Com o tempo, esse problema se estendeu por outras nações, especialmente entre grupos que já tinham maior predisposição genética para engordar. Hoje, a obesidade afeta 25% das pessoas no globo, e o sobrepeso, 40%. E vê-se que, com o aumento da longevidade, também cresce o risco de ficar acima do peso.

Como o mundo conspira para engordarmos? O padrão de alimentação mudou e o sedentarismo avançou. As pessoas passam horas confinadas em ambientes fechados e sofrem cada vez mais com o estresse. Isso cria uma demanda por alimentos apetitosos e faz desenvolver uma necessidade de buscar algo de que não precisamos de fato para sobreviver. Assim como o ser humano incorporou o tabaco e o álcool no dia a dia, que são totalmente dispensáveis para o funcionamento do seu corpo, ele passou a recorrer aos doces, aos biscoitos, às massas... Nem sempre quer comer, mas acaba fazendo isso de modo automático e distraído. E há quem enxergue na comida uma forma solitária e prazerosa de fazer um stop na rotina. A grande questão é que essa gente prioriza itens que mexem com a bioquímica cerebral.
E quais são esses alimentos? Como eles interferem em nosso cérebro? Estou falando daqueles feitos de farinha refinada, açúcar e gordura saturada, dos produtos processados e industrializados. Seus ingredientes não têm muito valor nutricional e ainda são capazes de alterar, na massa cinzenta, os níveis de neurotransmissores como dopamina e serotonina, relacionados à sensação de prazer e bem estar. É por isso que o seu consumo gera dependência. Os sistemas cerebrais afetados por eles são os mesmos estimulados por drogas como anfetaminas e até a cocaína. Aliada aos apelos das propagandas e das embalagens, a receita desses alimentos instiga exageros e compulsões.
O senhor condena os carboidratos? Devemos evitar os carboidratos refinados, aqueles de massa branca, e dar preferência aos integrais, ricos em fibras e que, assim, agregam valor àquilo que comemos.

O que leva alguém a se viciar por comida? Há estudos mostrando que os indivíduos engordam por causa do ritmo de trabalho, da perda da vaidade ou porque trocam o vício do cigarro pelo da comida. Quase sempre há falta de reflexão e autoconhecimento. Assim, a ansiedade e o estresse não fazem necessariamente que você se vicie em um alimento, mas passe a usá-lo para descarregar a tensão. As pessoas se apegam a ele sem saber o que se passa dentro delas, quase que por distração. Daí, se procuram ajuda médica e o tratamento não dá tanto resultado, se frustram a ponto de descontar no prato e comer mais e mais. O mesmo raciocínio se aplica a quem faz uso de remédios para emagrecer. Se o paciente não aprende a se cuidar, isto é, dominar sua tendência a abusar, ficará mais uma vez acima do peso.
Até que ponto a personalidade ajuda a ditar o impulso por comer? Há pessoas que têm maior dificuldade para encontrar seus limites. Elas precisam aprender a diferenciar a necessidade de matar a fome do comer por mero impulso. Essa atitude é facilitada pelo fato de que hoje os alimentos calóricos estão sempre à mão e associados a encontros e reuniões agradáveis, sem falar no seu poder hedônico sobre o paladar. Além disso, temos que considerar que existem casos de distúrbios psíquicos, como os transtornos obsessivos e a própria depressão, cujos portadores sofrem ainda mais para se controlar. Quem está deprimido, por exemplo, busca em alimentos a alegria que lhe falta em outros momentos da vida.

No livro, o senhor diferencia o vício por comer e o vício por comida. Sim, o primeiro é comportamental. O indivíduo não consegue ficar muito tempo sem comer, independentemente do que está à sua frente. Ele tem que se sentir mastigando, botando algo para dentro. O segundo se refere a algo específico, como o chocolate. O alimento-gatilho varia de pessoa para pessoa, dos gostos particulares, de como o corpo responde àquelas substâncias. Há ingredientes, como o açúcar, que funcionam como drogas e disparam uma sensação de válvula de escape.

Como seu método combate a compulsão? Trabalhamos com o conceito de adição, ou vício, e com a mania de excesso. O problema não está no prazer despertado pelo alimento, mas no alimento em si e no efeito dele sobre o corpo. O método propõe a exclusão de alguns itens, como os carboidratos simples, porque eles incitam a vontade de comer. Estabelecemos essa noção de corte, a de medida ou quantidade das refeições e a da distância que se deve manter dos alimentos-gatilhos. A dieta tem de ser mais rígida e com poucas calorias, priorizando tudo o que gera maior saciedade. Somam-se a isso a prática de atividade física orientada e o trabalho psicoterapêutico. E, claro, depois do emagrecimento, temos de zelar pela manutenção do peso e do novo comportamento.

E essa estratégia funciona mesmo em gente muito gorda? Os melhores resultados proporcionados pelas mudanças no estilo de vida e pelo acompanhamento clínico são vistos em pessoas extremamente obesas, que perdem 40, 50 quilos. Elas se curam inclusive de problemas como o diabete e a pressão alta.

Qual a sua opinião sobre os remédios para emagrecer e as cirurgias bariátricas? Acredito que devemos dar uma oportunidade de o obeso mudar seus hábitos para emagrecer antes de receitar drogas ou mandá-lo à sala de cirurgia. Hoje há uma valorização excessiva dos medicamentos, o que não deixa de ser um reflexo da impotência dos médicos. O especialista deveria cuidar da cabeça do paciente, com uma atitude firme. Se ele o vê como um pobrezinho, sem ação, está condenando-o à sua doença.

Qual a grande dificuldade para um médico que lida com a obesidade? E a do paciente? Para o médico, é lidar com as frustrações, perceber que o indivíduo não crê totalmente na sua capacidade de mudar. E, para o paciente, não é nada fácil manter o bom humor diante das restrições nem aderir 100% ao tratamento. O que nós, médicos, temos de fazer é convencê-lo de que a vida não pode se resumir a uma busca constante pelo emagrecimento. A saída definitiva para não ter de arcar com essa preocupação é mudar seu comportamento e seus hábitos.

Os pilares do emagrecimento, segundo Ravenna
• Cortar radicalmente carboidratos simples
• Porções reduzidas de alimentos, sempre selecionando itens que aumentam a saciedade
• Evitar situações que disparem a compulsão (isso varia de indivíduo para indivíduo)
• Atividade física orientada
• O maior diferencial: frequentar, até diariamente se for o caso, sessões de terapia em grupo, onde se trabalham questões como a autoestima e os gatilhos que levam a buscar — por ledo engano — alegria de viver na comida

A teia de alimentar - Quem come quem?
Autor: Máximo Ravenna
Editora: Guarda-Chuva
Número de páginas: 264

Fonte: http://saude.abril.com.br/emagrece-brasil/obesidade-comeca-cabeca.shtml


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Carboidratos: evitá-los ou não?

Eles não são mais considerados os vilões da dieta. Basta aprender a escolher o tipo certo.


Você acredita que os carboidratos sejam os vilões da sua dieta? Por muito tempo considerados como tais, esse tipo de alimento é uma importante parte das refeições diárias, que não pode ser excluído da sua alimentação. No entanto, existem diferentes carboidratos. Você sabe identificá-los?

De acordo com a nutricionista Clara Bortolan, a resposta é curta. “Existem os carboidratos simples e os complexos”. Segundo ela, os carboidratos são a fonte indispensável que garante a energia do dia a dia, principalmente para o cérebro. “Um adulto deve basear cerca de 45 a 65% de sua dieta nesse tipo de alimento”, diz ela.

Conforme ela explica, comer carboidratos não faz engordar. “O que engorda é comer o tipo errado de carboidratos”. Para ter essa fonte de alimentos em suas refeições, o ideal, segundo ela, é investir nos carboidratos complexos, como os grãos integrais e legumes. “Eles contêm cadeias longas de açúcar, que levam mais tempo para serem digeridas”.

Clara afirma que essa é a característica que faz com que este tipo de alimento seja melhor para saúde. “Os carboidratos fornecem energia aos poucos, pois possuem moléculas que se quebram lentamente e que oferecem um suprimento constante de açúcar na corrente sanguínea”, afirma a nutricionista.

Já os carboidratos simples, conforme diz a nutricionista, são aqueles que devem ser evitados. “Eles são formados por moléculas que se quebram facilmente e enviam açúcar para a corrente sanguínea rápido”, afirma. “Açúcar branco e alimentos que levam farinha de trigo são exemplos de carboidratos simples”. A especialista explica ainda que, quando o nos alimentamos muito com esses carboidratos, o corpo não consegue convertê-los em energia e se transforma em gordura. “Fora a parte estética, existem riscos de hipoglicemia, diabetes e resistência à insulina”.

Porém, nem todos os carboidratos simples são "maus" carboidratos ruins. Alguns, apesar de conter açúcares, como as frutas, são carboidratos nutritivos. “Elas fornecem enzimas, vitaminas, minerais e fibras. Produtos lácteos também oferecem importantes nutrientes, como proteínas, vitaminas e gorduras”, diz Clara.
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Dá para frear o envelhecimento com a alimentação?

Antioxidantes combatem radicais livres e melhoram a qualidade de vida

Quem não gostaria de permanecer jovem para sempre? Fórmula para a juventude eterna – esqueça – não existe. A adoção de hábitos saudáveis, como a boa alimentação, porém, é capaz de prolongar a qualidade de vida das pessoas. Nesse caso, alguns alimentos têm uma participação especial na dieta, não apenas nutrindo o organismo, mas prevenindo doenças e favorecendo o melhor funcionamento do corpo por um tempo maior.

Esses alimentos contêm as chamadas substâncias antioxidantes. Elas são conhecidas por combater os radicais livres (um elemento que, em excesso, torna-se prejudicial) e, dessa maneira, retardar o envelhecimento das células. “Eles beneficiam o funcionamento do organismo como um todo, inclusive no que diz respeito à pele, que pode até atrasar o aparecimento de alguns sinais da idade”, diz a nutricionista Fernanda Cunha, de Porto Alegre (RS).

Os antioxidantes, aliás, não estão muito longe do que boa parte das pessoas já deve ter ouvido falar, quando o assunto são as vitaminas e os sais minerais. A própria vitamina C é um deles. Tão falada pelo fortalecimento que proporciona ao sistema imunológico, o elemento atua na formação do colágeno, por exemplo, contribuindo para a firmeza e a elasticidade da pele.

De outro modo, o excesso de gordura e açúcares motiva a produção de radicais livres, também incentivada pelo estresse e a poluição das grandes cidades. “Assim, vá devagar com esse tipo de comida, procurando cultivar hábitos saudáveis e dar preferência a verduras e legumes no cardápio”, ressalta Fernanda.

Para caprichar no prato, confira alguns exemplos de alimentos antioxidantes e os seus principais benefícios:

Vitamina A: além de atuar na reparação dos tecidos da pele, desempenha um importante papel na saúde dos olhos. Presente, por exemplo, na cenoura, no leite, em ovos, no agrião e na manga.

Vitamina E: auxilia as células quando elas sofrem com o estresse provocado por doenças como a gripe. É um importante componente para o fortalecimento das defesas do organismo. Encontrada no arroz, em óleos vegetais, verduras, entre outros.

Licopeno: previne o envelhecimento precoce das células e o desenvolvimento de tumores. Em boa quantidade no tomate, na melancia e na goiaba, sendo identificado pelos pigmentos vermelhos.

Zinco: essencial para as atividades intelectuais e no crescimento de crianças e jovens, também é importante para a pele, as unhas e os cabelos. É encontrado em ovos, leite e derivados, frango e ostras, por exemplo.

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Celebração ecumênica do Condomínio Sudene acontece em clima de harmonia


Com a participação de cerca de 200 pessoas, aconteceu na tarde da última quarta-feira no auditório do 13º andar do Edifício Sudene, no Recife, a terceira edição da Celebração Ecumênica Natalina, com o tema central “A espiritualidade brota em mim, brota em você!”.

A homenagem às organizações de catadores que participam do Projeto de Coleta Seletiva Solidária do Condomínio contou com a entrega de cerca de 800 kits de higiene pessoal, resultado de campanha realizada junto aos servidores dos órgãos sediados no Edifício Sudene.


 
Os kits foram direcionados à Cooperativa de Agentes de Gestão de Resíduos Sólidos – Coopagres, à Cooperativa Esperança Viva, à Associação Erick Soares e à Associação dos Recicladores de Olinda – ARO.

As participações artísticas do Grupo Jovem da Igreja Batista do Engenho do Meio (foto), da jovem Priscila Aguiar, do Sr. Carlos Aguiar, da Equipe da SOLL e da Acesse e da servidora Graça Melo e sua filha, Rebecca Melo, foram emocionantes e sensibilizaram os corações presentes para uma maior compreensão das mensagens dos oradores convidados Felipe Moreira, do Grupo Espírita Esperança, Camaragibe, Pastor Aizamarch Almeida, da Igreja Batista do Engenho do Meio, e Professor Artur Peregrino, da Universidade Católica de Pernambuco.

O Cerimonialista Paulo Costa, em trabalho voluntário e profissional, conferiu brilho especial ao evento, que contou auditório lotado e com a participação ativa do público presente nos diversos momentos artísticos programados pela Qualitas Vitae em conjunto com a Comissão de Coleta Seletiva Solidária.



Fotos: Bióloga Vandete Costa, Sudene.
A Comissão Qualitas Vitae agradeceu aos parceiros que tornaram possível o evento e o seu sucesso: Codevasf, IBGE, Min. da Integração Nacional / DFRP, Min. da Saúde, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão/Gerap, Sudene e TRT 6ª Região, ASSIBGE e LISERVE.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Sete dicas para planejar as férias sem estresse

Sem organização, o momento de descanso pode se tornar problema profissional. O momento das férias é sempre esperado. Mas, assim como é preciso planejar as atividades que irá fazer durante esse tempo, é fundamental que a pessoa se organize para ficar longe do trabalho. Caso contrário, é muito provável que, logo após voltar, o profissional retome o mesmo nível de estresse que estava antes das férias.

Pesquisa realizada pela Isma-BR, associação internacional de pesquisa e tratamento de estresse, aponta que 76% das pessoas que retornam de férias perdem os benefícios do descanso em uma semana. "Por mais que você se planeje, na volta há um acúmulo de trabalho muito grande. Isso faz com que o profissional retorne ao mesmo nível de estresse de antes", afirma Ana Maria Rossi, presidente da associação.


A pesquisa aponta que:
• 76% perdem os benefícios das férias em uma semana
• 16% integram os benefícios de férias a sua rotina
• 6% retornam ao mesmo nível de estresse logo ao voltar das férias
• 2% retornam mais estressados (quando há estresse durante as férias, seja por problemas familiares, de viagem ou até mesmo por não ter conseguido se desligar totalmente do trabalho)
Por isso, segundo Ana Maria, é fundamental que o profissional esteja seguro de que aquele é o momento adequado para ficar longe do trabalho. "Durante esse tempo, muitas coisas podem acontecer na empresa. Se o funcionário não estiver seguro, ele sairá receoso e não conseguirá aproveitar suas férias."
Segundo o levantamento, 38% dos profissionais saem receosos, porque não querem perder alguma mudança que eventualmente seja feita na empresa ou têm receio de que, quando voltarem, irão encontrar outra pessoa no seu lugar. "Muitos empregadores aproveitam que a pessoa está de férias para substituí-la", destaca Rita. A pesquisa ainda mostra que:
• 46% receavam que decisões importantes fossem tomadas na sua ausência
• 32% tinham receio de que houvesse alguma mudança no cargo ou nas responsabilidades, devido aos enxugamentos de funcionários
• 19% tinham receio ou medo de enxugamento nas empresas
• 3% tinham medo de que sua ausência não fosse notada na empresa e, por isso, a sua presença não seria mais necessária

Confira algumas dicas apontadas pelos especialistas consultados pelo iG Carreiras sobre como se planejar para tirar as merecidas férias:
1 – Esteja seguro de que este é o momento certo
"Não adianta sair de férias e não conseguir se desligar do trabalho, ficar checando e-mails e ligando para a empresa", destaca Ana Maria. O profissional deve avaliar com ele mesmo ou com outras pessoas se esta é a hora certa. "Pouco adianta tirar férias se, mental ou emocionalmente, a pessoa não tem condições de aproveitar."
2 – Se planeje com antecedência
Dependendo das responsabilidades do profissional, ele terá que treinar ou passar as informações necessárias para quem ficar em seu lugar. "É fundamental que a pessoa pense nisso com antecedência para não se sobrecarregar na semana anterior às férias", ressalta Ana Maria.
3 – Organize seus projetos
Ana Maria aconselha que, se o profissional tem algum prazo para cumprir logo após suas férias, é interessante que ele deixe tudo encaminhado para não precisar começar o projeto assim que voltar.
Segundo Rita Passos, diretora de comunicação da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), muitos profissionais deixam para o último dia de trabalho a organização dos prazos. E, por isso, no seu primeiro dia de férias ainda estão resolvendo problemas.
4 – Defina as pessoas que irão executar cada tarefa
Algumas funções podem ser delegadas, outras não. "O profissional deve ter em mente quais atividades são possíveis de serem realizadas por outra pessoa e quais são aquelas que precisam de um treinamento maior", destaca Rita. Só assim ele conseguirá se planejar e organizar seus projetos de forma que não precise trabalhar durante suas férias.
5 – Informe aos seus gestores sobre o tempo que ficará fora
"Alguns chefes pensam que a pessoa está sempre disponível, mesmo quando fora da empresa", explica Ana Maria. Por isso, é importante que o profissional converse com seus gestores sobre o tempo que irá ficar de férias e que não poderá ser solicitado.
6 – Programe mensagens automáticas no e-mail corporativo
É importante avisar que durante determinado período você não estará vendo suas mensagens. "O profissional deve sempre deixar o contato da pessoa que ficará responsável pelas suas funções", afirma Ana Maria.
7 – Se desconecte
Depois que todas as etapas foram completadas, é hora de se desconectar. As férias devem ser momentos de "quebra da rotina". "Se você já organizou todos os seus projetos, delegou as funções, conversou com seus gestores e deixou avisado o período que estará fora, por que irá continuar conectado e mandando e-mails para saber o que está acontecendo?", questiona Rita.
Segundo ela, muitos profissionais ficam ansiosos por estarem fora da empresa. Pensam que são insubstituíveis e que sem eles nada irá funcionar.

Fonte/Autora: Patrícia Lucena, iG Carreiras - Veículo: INTERNET - Editoria: economia.ig.com.br

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Culto Ecumênico de Natal celebra a espiritualidade



Com o sugestivo tema "A espiritualidade brota em mim, brota em você", acontece hoje(14/12), às 14 horas, no auditório do 13º andar do Edifício Sudene, a terceira edição da Celebração Ecumênica de Natal do Condomínio Sudene, organizada pela Comissão de Promoção à Saúde e Qualidade de Vida do Condomínio Sudene - Qualitas Vitae, em estreita articulação com a Comissão de Coleta Seletiva Solidária e a Comissão de Fiscalização do Contrato de Limpeza e Conservação do Condomínio.

Com a participação dos servidores lotados nos órgãos que formam o Condomínio (Codevasf, IBGE, Ministério da Integração Nacional, Ministério da Saúde, MPOG/Gerap, Sudene e TRT 6ª Região), o evento contará com um ato de solidariedade e uma homenagem especial às organizações de catadores beneficiadas pelo Projeto de Soleta Seletiva Solidária.

Confira a Programação

Vídeo “O Desafio da Águia”

I - ACOLHIDA

Reflexão - “Ecumenismo e Espiritualidade”

Louvor - Grupo Jovem da Igreja Batista do Eng. do Meio
       Deus cuida de mim (Kleber Lucas) – 4 min.
       Ressuscita-me (Aline Barros) – 4:43 min.
       Faz um milagre em mim (Régis Danese) – 5:21 min.

“Espiritualidade” - Graça Melo

II – CELEBRAÇÃO DA PALAVRA

Leitura: “Jesus replicou-lhe: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não poderá ver o Reino de Deus.” Jo 3,5

Orador Espírita - Felipe Moreira, Grupo Espírita Esperança, Camaragibe

Música “Um de nós”, Prisma Brasil - Priscila Aguiar

Orador Evangélico - Pastor Aizamarch Almeida, da Igreja Batista do Engenho do Meio
Jogral “A espiritualidade brota em mim, brota em você!” - Equipe SOLL - Marilene , Conceição e Igreicy (Nane)

Hino “Quero descer”, de Raquel e Nane Azevedo - Equipe SOLL & Acesse - Marilene, Conceição, Igreicy (Nane) e Vagner Lucas

Orador Católico - Professor Artur Peregrino, Unicap

Poesia “O Grilo”  - Carlos Aguiar

III - OFERTA

Ato de Solidariedade

Convidar representantes das Comissões e das  organizações parceiras do Projeto de Coleta Seletiva Solidária do Condomínio do Edifício Sudene para uma pequena homenagem.

*    Comissão de Coleta Seletiva Solidária – Joélia Santana
*    Comissão de Fiscalização do Contrato de Limpeza e Conservação – Zildo, Adriana ou Joene
*    Comissão de Promoção à Saúde e Qualidade de Vida – Qualitas Vitae
*    Cooperativa de Agentes de Gestão de Resíduos Sólidos – Coopagres
*    Cooperativa Esperança Viva
*    Associação Erick Soares
*    Associação dos Recicladores de Olinda - ARO

Prece dos Catadores

Música Pai Nosso do Evangelizador, de Pe. Zezinho

Oração de Gratidão

Música Chegou o Natal!

Música Te Ofereço Paz, de Válter Pini

Agradecimento aos Parceiros do evento - órgãos que compõem a Qualitas Vitae – Codevasf, IBGE, Ministério da Integração Nacional/DFPR, Ministério da Saúde, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão/Gerap, Sudene e TRT 6ª Região -, ASSIBGE e LISERVE,

Mensagem Final

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Entendendo e praticando Espiritualidade


Há muito se fala da importância do ser humano se desenvolver em todas as suas dimensões- física, mental, emocional e espiritual – para ser feliz e conquistar qualidade de vida pessoal e profissional.

Independentemente, dessa abordagem ser defendida por muitos autores de renome, no âmbito nacional e internacional e do discurso já estar presente no mundo corporativo, há ainda uma defasagem muito grande em relação à sua consciência e prática.

Nos planos físico e mental, as ações são mais visíveis e concretas. Na parte emocional, a trajetória é um pouco menor e na espiritual, quase inexistente.
Paira no ar uma distorção do verdadeiro conceito de Espiritualidade, confundindo-o com religião. Segundo Brian L. Seaward, não deveria haver essa duvida, visto que espiritualidade é algo inclusivo, enquanto que as religiões tendem a ser exclusivas e baseadas na fé. Aliado a esta percepção errônea, pode-se afirmar que existe ainda um receio de abordar o tema com mais amplitude, como se ele fosse incompatível com o mundo do trabalho, onde o objetivo maior é ter produtividade e resultados.
Está mais do que na hora de trazer o tema espiritualidade ao nosso cotidiano, como parte das nossas ações e reflexões, e, principalmente, como algo que permeia o dia-a-dia das empresas e dos líderes, facilitando a qualidade dos relacionamentos, o comprometimento da equipe com os objetivos da empresa e resultados.
“A Associação Brasileira de Qualidade de Vida - ABQV entende que a verdadeira Qualidade de Vida se constitui no equilíbrio do ser humano em suas dimensões física, psíquica, social e espiritual, que se reflete diretamente na autorealização e no relacionamento prazeroso consigo mesmo, com o outro e com a totalidade”.
Conforme Brian L. Seaward “caminhar passo a passo para garantir a saúde do espírito humano é tão importante quanto almejar saúde física. Para algumas pessoas, é até mais essencial, na medida em que o bem-estar espiritual é a base do paradigma da qualidade de vida como um todo”.
Segundo Barchifontaine, Espiritualidade é respeito ao próximo, solidariedade e pode estar presente no estilo de liderança e no trabalho de equipe.
Podemos ampliar este conceito, agregando o que fala Dalai Lama: A Espiritualidade está relacionada com as qualidades do espírito humano – amor, compaixão, paciência, perdão, noção de responsabilidade e harmonia – que trazem felicidade tanto para a própria pessoa como para os outros.
Como podemos perceber, praticar espiritualidade é falar da nossa essência de ser humano. É saber como acionar o eixo interno da felicidade e também aprender como ele funciona no nosso próximo.
Outra forma de exercitar espiritualidade é trazer à tona um de seus pilares básicos, que é o sistema de Valores. São os valores que dirigem os nossos comportamentos, como também são os valores da empresa que definem sua filosofia e representam a base da sua missão. Logo, falar de algo conhecido como valores, missão, é uma prática de espiritualidade. Tanto pessoal, como corporativa.
Segundo Jack Welch, no livro Paixão por Vencer “quando a empresa vivencia seus valores, aumenta a satisfação dos empregados e melhora os resultados financeiros”. Jack Welch também afirma : “A missão anuncia, com exatidão, para onde a empresa está indo. E os valores descrevem os comportamentos que a levarão até lá”.
Ao decodificar o conceito de Espiritualidade e associá-lo a nossa realidade, podemos constatar que essa dimensão está muito mais presente na nossa vida e no cenário empresarial do que temos noção e consciência. Cabe a nós dar mais visibilidade prática a esse movimento, associando-o ao nosso dia-a-dia.
 Fonte: Bete D’Elia e Graciete Cavalcante, do Grupo de Estudos de Qualidade de Vida Integral – Foco Espiritualidade na Liderança, da ABQV (www.abqv.org.br).

OUTROS VÍDEOS SUGERIDOS PELA QUALITAS VITAE

Comemorando 35 anos de Globo Repórter, a maioria dos brasileiros escolheu como tema a reportagem: Saúde e Qualidade de Vida. Matéria sobre obesidade - Globo Repórter. Quanto mais equilibrada for a vida de um profissional, melhor será a sua performance profissional. Além disso, a sua identidade não estará baseada apenas em seu trabalho, mas também em outros aspectos vitais para a sua realização.

Dicas para reduzir calorias

Legumes e grelhados podem ser consumidos sem pão ou torradinhas. Escolha a massa com molho de tomate e uma proteína. No japonês, fique longe de opções fritas ou empanadas. Já na churrascaria, o ideal é começar pelas saladas.

Saiba quanto você precisa correr por semana para perder calorias.

A corrida é uma boa opção para quem quer emagrecer rápido. Um pessoa que pesa entre 60 e 70 quilos pode perder entre 500 e 600 calorias se correr durante uma hora. É importante passar por uma consulta médica antes do exercício.

Exercício em casa ou no parque aumenta tempo e qualidade de vida.

O exercício físico regular pode aumentar o tempo e a qualidade de vida de uma pessoa. O preparador físico José Rubens D'Elia mostra que é possível praticar exercícios em parques, na vizinhança ou em casa, com uma academia particular.

Médico dá mais algumas dicas saudáveis e baratas.

Dicas para levarmos uma vida mais saudável sem gastar muito para isso. Depois do programa, ele respondeu perguntas enviadas pela internet e deu outras sugestões.

Confira uma série de exercícios para melhorar o equilíbrio

O preparador físico José Rubens D'Elia mostra exercícios que podem ser feitos em casa e ajudam a melhorar o equilíbrio corporal.

Aprenda a comer bem e se manter saudável.

Um dos sinônimos de felicidade para todos é a saúde. Uma das formas de manter o metabolismo equilibrado e ainda garantir qualidade de vida é acertar na alimentação.

Dicas para melhorar a alimentação de crianças e adolescentes

As refeições devem ser adequadas às atividades ao longo do dia, evitando guloseimas e refrigerantes. A má alimentação pode causar cansaço, sonolência, apatia e irritação.

Pele deve receber cuidados especiais de acordo com a idade.

Na adolescência, o principal problema são as espinhas. Dos 20 aos 40 anos, a pele começa a perder a capacidade de regeneração e podem surgir manchas. Entre os 40 e os 60 anos, ocorre uma perda da elasticidade da pele e o contorno da face muda.

Transport é um dos aparelhos de maior sucesso nas academias.

Uma pessoa de aproximadamente 70 quilos pode queimar 300 calorias em 40 minutos em um ritmo mais leve. O exercício não provoca impacto nos joelhos.